meredith graves

 

meredith graves, assim como eu, tinha um livejournal através do qual eu acompanhava à distância seus anseios, frustrações e banalidades cotidianas, e me identificava. durante um bom tempo eu nunca mais ouvi falar dela; foi só depois da formação de sua banda de noise rock, o perfect pussy, que voltei a ter notícias. a banda que tem meredith como vocalista e compositora, parece ter conquistado muitas pessoas. em entrevistas, ela costuma dizer que é bastante tímida, e que suas formas preferidas de passar o tempo — passear ouvindo música, ler, compor, andar de bicicleta — são geralmente solitárias. curioso, pois ela nunca teve medo de subir ao palco, onde grita, pula, se esperneia e xinga (muito), o que provavelmente deve ter a ver com o fato de que ela sempre cantou e estudou música. ah, ouvi dizer que ela vai lançar um álbum solo em 2015! estou curiosa.

 

meredith graves

 

mais recentemente, trombei com sua participação nesse projeto chamado what’s underneath, do site StyleLikeU, que entrevista pessoas tirando suas roupas e falando sobre autoestima, corpo, beleza:

 

Imagem de Amostra do You Tube

 

In my body is a good place to be because functionally speaking I know, at the end of the day, that it’s the only home I’ve ever had and it’s the only home I ever will have. So no matter how much I argue with it, at the end of the day I have to treat it like my home. And home is where you’re supposed to feel the saffest, and home is where love happens, and home is where you’re supposed to feel best about yourself.

 

essa frase me deu uma sensação tão maravilhosa que tive que anotar num caderno e usar como lembrete.

além de atuar na banda, ela também fotografa e colabora escrevendo para revistas como a rookie magazine e sites como a the hairpin, ambos ótimos & altamente recomendáveis.

 

 

por mariana t. k.
olho–roxo / mtkcleardot entrevista manuscrita #5 marie castro