"entrevista manuscrita"

entrevista manuscrita #8 – juliana lois

juliana, que pra mim é j., jln, j u l i a n a & variantes, um prisma que brilha no sol e reflete arco íris. nossa amizade/ligação vem de um causo particularmente bastante importante na minha vida, uma das mais impactantes e significativas até hoje; foi em 2014 que começamos a trocar longos e-mails, com relatos do dia a dia, pensamentos aleatórios, indignações e espelhamentos de algum tipo. não nos conhecemos pessoalmente ainda, porém sua presença na minha caixa de entrada é guardada a chaves de ouro & glitter, e só espero que isso se propague e se estenda ao máximo possível. j., obrigada pelas respostas, pelo carinho, cuidado, pelo caderno feito 100% à mão, pelas conchas, confidências, palavras e escritos. o mais bonito dos sentimentos,
transbordante,
m.

 

entrevista manuscrita lois

 

 

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entrevista manuscrita #7 – mariana pereira

(sim, eu sou rodeada de marianas lindas, de ótimo gosto, referências, inspiradoras, etc. rá)
conheci a mari (mariana pereira) também na época dos blogs; ela usava uns templates muito bonitos e além de outras coisas, compartilhávamos o amor por tudo que era relacionado ao universo harry potteriano. hoje, alguns bons anos depois, ela é formada em design (seu trabalho de conclusão de curso foi uma revista!) e ocasionalmente ainda trocamos cartas.
a mari é criativa, artsy-artista-designer no melhor dos sentidos, introspectiva como eu & me inspira todos os dias. muitas vezes, ela é minha ponte com coisas japonesas (haruki murakami, hayao miyazaki + ghibli, o próprio nihongo ou a língua japonesa, o qual ela está estudando, só pra citar alguns), o que sempre me faz lembrar das coisas boas e bizarras do japão.
quase nos conhecemos pessoalmente  pelas minhas contas recentes — duas vezes mas ainda não rolou de verdade. quero voltar ao rio de janeiro, onde ela mora, e espero que ela volte logo pra são paulo também! 

mari, obrigada por tudo, sempre. :’)


entrevista manuscrita entre mariana t. k. e mariana pereira

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entrevista manuscrita #6 – mari rodrigues

eu & a mari nos (re)conhecemos em 2004, quando ela entrou no mesmo colégio em que eu estudava. desde então, ela passou a me fazer companhia durante as aulas chatas de… todas as matérias, nos passeios por lugares desconhecidos, nas janelas de msn e e-mail, blogs, orkut, e mais tarde durante todo o ano em que fizemos cursinho. passamos por n coisas, ela me viu passar pelas situações mais bizarras e até constrangedoras, me viu ser quem eu era e quem eu sou. a mari foi a primeira pessoa com quem falei quando vimos nossos nomes na lista de chamada de aprovados no vestibular e em quem sei que posso confiar sempre, aconteça o que acontecer. nossos passados, presentes e futuros ficarão guardados num lugar bem quentinho e aconchegante dentro de mim por um tempo infinito . ah! ela é a pessoa mais apaixonada por animais que eu conheço, provavelmente uma das primeiras pessoas com quem pude compartilhar sobre assuntos feministas, toca violino, lê um monte de coisas boas, sabe fazer uma samosa deliciosa (ahah), me apresentou à orphan black, uma das coisas mais maravilhosas e viciantes desse mundo, entre tantas outras coisas. adorei que ela aceitou participar desse projeto e adorei ainda mais as suas respostas:

 

entrevista manuscrita entre mariana t. k. e mari rodrigues

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entrevista manuscrita #5 – marie castro

a marie lê, escreve, tuíta, canta e toca na banda rabbit and the snake (dela e do noivo, david bonk, que trabalha como produtor musical lá na alemanha), faz crochê e tricô (ela tem uma marca, inclusive), cozinha, engorda a lista de séries e filmes vistos, viaja bastante e tem vários projetos paralelos que se encontram e se desencontram entre si  nessa dança louca e frenética que alguns chamam de “vida” , além de ser uma pessoa incrível. nós nos conhecemos em 2008, quando então fazíamos o mesmo curso de vestuário no senai do bom retiro (que ambas não terminamos), aqui em são paulo, e desde então sempre nos falamos, na maior parte das vezes por escrito. xará de nome, ela sempre me inspira a ser alguém cada vez melhor, sobretudo para mim mesma, e ser forte, seja lá como for, com leveza e muito humor. recentemente pudemos nos encontrar pessoalmente — raridade, já que estamos sempre com as agendas em conflito  e, mesmo que por alguns minutos, foi ótimo e foi quando pude entregar em mãos essa entrevista. eis minha melhor companhia nos e-mails mais longos da minha caixa de entrada:
entrevista manuscrita entre mariana t. k. e marie castro

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entrevista manuscrita #4 – ísis daou

que difícil escrever essa introdução!
isis daou é uma amiga queridíssima que conheço, admiro e adoro muito já há mais de dez anos, acredito eu. quando a conheci, vivíamos num universo recheado por blogs pessoais e posts dramáticos no livejournal & no tabulas. também pelo fotolog, é claro. tínhamos apelidos internéticos e trocávamos cartas que sempre iam e vinham com desenhos ou fotos.
designer, ela está voltando de um intercâmbio na alemanha, desenvolvendo o projeto de TCC sobre o uso da bicicleta no rio de janeiro, o qual vocês podem conhecer aqui aquipude reencontrá-la mês passado, quando estive no rio a trabalho, e foi ela quem deu a ideia de mandar a entrevista via correio, para que ela respondesse no próprio papel e me enviasse de volta. dito e feito. zi (pensei em inúmeros outros modos de te chamar, mas fiquei com o mais recente haha), obrigada por existir (e ter aceitado participar do projeto!) 
abaixo, vocês conhecem um micropedacinho da pessoa incrível que ela é:


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entrevista manuscrita #3 – jonia caon

confesso que queria ter conhecido o trabalho (lindo e divertido!) da jonia caon, ilustradora, designer, arteira e artista, há muito mais tempo do que conheço, de fato. quando isso aconteceu, é claro que não consegui mais deixar de acompanhá-lo. os desenhos dela te pegam pelos braços (de maneira amorosa, óbvio) e te fazem rodopiar de tão dançantes e contagiantes que são. o primeiro contato que tive foi através dos quadrinhos publicados no pulapirata e não demorou pra eu descobrir que tínhamos vários contatos em comum, inclusive de queridas e confiáveis amigas, portanto, não hesitei em adicioná-la no facebook, na cara de pau, por onde esse interesse em participar desse projeto aconteceu. essa entrevista manuscrita tem esse diferencial, que são os desenhos com os quais ela respondeu às minhas perguntas; adorei demais ♡ que venham mais e mais!

 

entrevista manuscrita entre mariana t.k. e jonia caon

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entrevista manuscrita #2 – mariana t. k.

como vocês viram aqui, o projeto da mariana t. k. — que consiste em entrevistar pessoas selecionadas por ela, escrever tudo à mão e ter as respostas escritas à mão também — ia continuar e continua!
a parte #2 do projeto, dessa vez, em resposta, são perguntas que eu fiz à ela. a mari comentou comigo que foi um pouco difícil responder a entrevista e achei engraçado como só percebi agora, que de fato, tenho costume de fazer perguntas difíceis em entrevistas. talvez seja porque, inconscientemente, as perguntas difíceis são as que pergunto sobre mim mesma e fico curiosa em saber como é para outras pessoas. já no meu caso, achei bem fácil responder a entrevista dela, talvez porque fui cobaia (risos) e ela não quis me assustar. finalizando, mesmo que tenha sido um pouco difícil responder às perguntas, achei as respostas dela muito interessantes e vocês vão ver — um pouco — porque acho a mari incrível.

 

entrevista manuscrita entre natalia sanabria de mello e mariana t.k.

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entrevista manuscrita – natalia mello

os mais próximos de mim sabem o quanto uma carta, um bilhete manuscrito me fazem tremer de emoção – e sei que não sou a única. já estava pensando há tempos em como trazer isso pra cá e acho que finalmente encontrei um viés. gosto da ideia da demora, do processo e, claro, da mão encostando no papel e escrevendo, escrevendo, escrevendo. também me atrai a estética, o resultado visual que o projeto possibilita, tornando a conversa muito mais pessoal e até, íntima.

nesse projeto, escrevo manualmente as perguntas já pensando em quem vai respondê-las, escaneio, envio por e-mail pra pessoa que vai responder no papel impresso e escanear para me enviar de volta; eu sei, é muito trabalhoso, e esse foi um dos motivos que sempre me fizeram adiar a tentativa que, agora, reproduzimos aqui embaixo (afinal, o que custa experimentar, não é?).

essa primeira experimentação foi de perguntas feitas para a nati, criadora & editora do baby tears.
enjoy ;)

ps.: quaisquer sugestões, críticas e vontades de colaboração são super bem vindas! não se acanhem, o projeto é nosso! ♥   entrevista manuscrita entre natalia sanabria de mello e mariana t.k.

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